A namoradinha do Bolsonaro

Por José Ribamar Bessa Freire – A humanidade fenece, quando a arte não se reparte, quando fica sem um baluarte, aprisionada no quartel, para quem Regina, que por ironia é Duarte, bate continência ostensiva, ou quando os mártires são esquartejados pela tortura, que ela justifica.

Continue lendo