A diplomacia patética

Por Aldo Rebelo – Ao analisarmos os fatos recentes produzidos pela diplomacia brasileira não há como, à luz da classificação de Niebuhr, deixar de enquadrá-los na categoria dos fenômenos patéticos.

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Diplomacia traz parente

Por Jaime Sautchuk – Mesmo nos períodos mais duros da sua história, o Brasil conseguiu manter uma postura de autonomia e retidão na sua área diplomática.

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A misteriosa diplomacia do governo Bolsonaro dá sinais preocupantes

O futuro chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, acredita que nazismo é ideologia de esquerda

Seu discurso de posse — um momento em que o chefe das Relações Exteriores costuma dar as diretrizes de como pretende trabalhar a política externa — apenas serviu para confirmar as ideias que Araújo havia demonstrado em seu blog nos últimos meses, do antiglobalismo à defesa da religião, em sinais avessos à tradicional diplomacia brasileira.

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