Desemprego atinge pior nível, desde o início da série histórica

Coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira afirmou, nesta sexta-feira, que a piora do indicador é resultado tanto da queda da população ocupada quanto do aumento do número de pessoas atrás de emprego. “A população desocupada em busca de ocupação aumentou 26% em relação à primeira semana de maio”, disse, em nota à imprensa.

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Projeções otimistas sobre PIB deste ano levantam muitas dúvidas

Secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, o economista Adolfo Sachsida está otimista quanto ao PIB deste ano

A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano, no entanto, já superava os 6,75%, embora as principais agência internacionais de risco assumam que o recuo tende a ser maior ainda, em torno dos 10%. Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão da semana passada.

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Serviços voltam a patinar, para surpresa de analistas econômicos

Essas perdas, no entanto, somam-se à queda recorde de 11,9% em abril, chegando ao quarto mês seguido de contração, embora os efeitos da pandemia só tenham sido registrados a partir do final de março, pesando sobre uma atividade que já vinha mostrando dificuldades em engrenar uma recuperação. Nos quatro meses seguidos de retração, o setor de serviços acumula perda de 19,7%.

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Pandemia lança mundo do trabalho em crise inédita, constata OIT

A perspectiva do mercado de trabalho global na segunda metade de 2020 é “altamente incerta”, e a recuperação prevista não bastará para o emprego voltar aos níveis pré-pandemia neste ano, disse a OIT na semana passada. A agência da ONU disse que a redução das horas de trabalho mundiais foi “significativamente pior do que o estimado anteriormente” na primeira metade do ano.

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