Debate: evangélicos não decidirão eleições em 2022 (1)

Por Celso Lungaretti – Quanto aos riscos futuros de os evangélicos se tornarem uma força política, é uma perspectiva demasiado distante para merecer nossa atenção hoje e agora.

De qualquer forma, é possível desde já afirmar que isto só se dará sob lideranças bem diferentes, pois as atuais só querem mesmo é entrar na lista dos bilionários da Forbes.

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Os evangélicos decidirão as eleições em 2022

Por Rui Martins – Uma polarização Lula-Bolsonaro provocará campanhas de medo nas áreas evangélicas: será a implantação do comunismo no Brasil com o fechamento de igrejas. Alguns pastores ótimos em comunicação oral se encarregarão de aterrorizar seus seguidores.

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Reflexões sobre o Sete de Setembro

Por Rui Martins – Muitas igrejas evangélicas, em retribuição por terem diversos pastores evangélicos no governo, tornaram-se defensoras do governo Bolsonaro, participando direta ou indiretamente da campanha contra o STF, sem condenar o discurso golpista do presidente.

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O alto custo Bolsonaro para os evangélicos

Por Rui Martins – Quando acabar esse pesadelo no qual vivemos, o evangelismo e o protestantismo brasileiro deverão também assumir sua responsabilidade, como fizeram, depois da guerra, os luteranos e evangélicos alemães enfeitiçados por Hitler. Mas aí terão perdido muito de sua credibilidade.

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Um hospício chamado Brasil

Por Rui Martins – Em síntese, esses exemplos são suficientes para mostrar haver hoje no Brasil um clima geral de loucura coletiva. O Brasil se transformou num grande hospício. Se em 1917, o presidente Delfim Moreira era considerado “um louco passivo”, querendo mesmo criar galinhas no jardim do antigo Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, a demência hoje é coletiva.

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A desgraça que tirou a alegria dos brasileiros

Por Rui Martins – O evangelismo brasileiro deixou de ser um movimento religioso reacionário, um subproduto de seitas populares evangélicas norte-americanas, para se transformar num movimento neofascista de sustentação do governo Bolsonaro.

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E se os evangélicos participarem de um golpe?

Por Rui Martins – Nem sempre religião é sinônimo de paz, amor e pacifismo, os cristãos da Idade Média criaram diversas vêzes climas de terror. Se houver tropas nas ruas, golpe com guerra civil, não tenhamos ilusões, os evangélicos do gabinete do ódio usarão as arminhas em nome de Deus, Jeová, Cristo ou Buda.

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