Não chorem, meus filhos

É fundamental, portanto, “defender a alegria como trincheira” de luta

Por Luciano Rezende – O discurso pessimista parece predominar nas redes sociais dos usuários mais identificados com a esquerda brasileira. Estivéssemos em uma partida de futebol, a torcida adversária entoaria que o “chororô não tem fim”.

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