FMI alerta para aumento das tensões no mundo pós-pandemia

A nova diretora-gerente do FMI apresentou uma nova pesquisa do FMI mostrando que o efeito cumulativo dos conflitos comerciais pode significar uma redução de US$ 700 bilhões na produção global até 2020

O alerta veio apenas um dia após o FMI reduzir ainda mais suas previsões econômicas globais para 2020. Uma correção pode ser provocada por uma recessão mais profunda e mais longa do que a prevista atualmente, uma segunda onda do vírus ou a retomada das medidas de contenção da doença.

Continue lendo

Bolha da dívida corporativa norte-americana estaria prestes a explodir

O credor global prevê que a América Latina e o Caribe crescerão 0,2% este ano e 1,8% em 2020

“Nós enfrentamos uma bomba de dívida corporativa que é muito, muito maior do que a que enfrentamos em 2008”, disse o autor no seu artigo para TheMostImportantNews.com. Segundo o analista, as taxas de juros excessivamente baixas da última década permitiram às corporações estadunidenses acumular a maior dívida corporativa da história.

Continue lendo

AL: para FMI os BCs têm chance de confrontar economias fracas

Os países latino-americanos ainda têm a chance de mitigar a fraqueza econômica que muitos deles estão sofrendo com os cortes nas taxas de juros, mas suas opções fiscais são limitadas, afirmou nesta segunda-feira uma autoridade do Fundo Monetário Internacional (FMI). A organização multilateral alertou para o risco de menor crescimento global em meio a guerras comerciais e incerteza sobre as políticas econômicas em alguns países.

Continue lendo

FMI reduz projeção do PIB brasileiro para 2% em 2020

O Fundo Monetário Internacional reduziu a projeção de crescimento para o Brasil em 2020 para 2% e avaliou que os desequilíbrios fiscais do país são um dos fatores que vão contribuir para manter a atividade econômica na América Latina com expansão anual abaixo de 3% no médio prazo. No relatório Perspectiva Econômica Global, divulgado nesta terça-feira, o Fundo estimou que o Brasil deve crescer um pouco mais em 2019 do que o projetado anteriormente, mas mostrar uma recuperação mais fraca em 2020.

Continue lendo