Sob pressão, Bolsonaro endossa carta anônima sobre renúncia ou golpe

De acordo com texto, que Bolsonaro alega ser de um autor anônimo, o presidente chama o país de “ingovernável”. Fala em “conchavos”; diz que “o presidente não serve para nada”, que “a hipótese mais provável é o governo morrer de inanição” e que pode vir aí “uma ruptura institucional irreversível com desfecho imprevisível”.

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À beira do desespero, Bolsonaro volta a atacar o PT

Bolsonaro já havia afirmado na quarta-feira, dia do protesto que reuniu dezenas de milhares de brasileiros em cidades de todos os Estados do país, que os manifestantes eram “idiotas úteis, uns imbecis, que estão sendo usados como massa de manobra de uma minoria espertalhona”.

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Presidente da Câmara é citado em delação premiada por suborno

A menção a Maia e a outros sete parlamentares e ex-parlamentares consta do Anexo 7, um dos 10 anexos do acordo de colaboração que o empresário firmou em fevereiro com o Ministério Público Federal (MPF). Na delação, Constantino acusou também, em depoimento ao Ministério Público Federal em Brasília, políticos do MDB —como o ex-presidente Michel Temer, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o deputado cassado Eduardo Cunha.

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