Sob pressão, Bolsonaro endossa carta anônima sobre renúncia ou golpe

De acordo com texto, que Bolsonaro alega ser de um autor anônimo, o presidente chama o país de “ingovernável”. Fala em “conchavos”; diz que “o presidente não serve para nada”, que “a hipótese mais provável é o governo morrer de inanição” e que pode vir aí “uma ruptura institucional irreversível com desfecho imprevisível”.

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Chefe da Inteligência do Sudão renuncia

Salah Abdallah Mohamed Saleh, conhecido como Salah Gosh, que comandava o Serviço Nacional de Segurança e Inteligência e era uma das pessoas mais influentes do país depois de Bashir, foi responsabilizado por manifestantes pela morte de diversas pessoas que protestavam pelo fim do poderio militar.

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