Wajngarten passa à condição de investigado em inquérito da Polícia Federal

O processo da PF cumpre ofício do Ministério Público Federal (MPF) que, no final de janeiro, solicitou a abertura de um inquérito criminal para investigar o chefe da Secom por suspeitas de crime de corrupção, peculato – desvio de recursos públicos feito por funcionário público para proveito pessoal ou alheio – e advocacia administrativa  – patrocínio de interesses privados na administração pública.

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Demissões de Weintraub e Wajgarten estão sobre a mesa de Bolsonaro

Ao comentar os erros de correção nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que afetaram cerca de 6 mil estudantes, Heleno disse a jornalistas, nesta manhã, que a prova foi “impecável, sem conotação ideológica”, mas, de acordo com ele, “inegavelmente, o Ministério da Educação foi um ministério extremamente contaminado (ideologicamente)”.

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Possível corrupção na Secom entra na mira da Justiça Federal

Wajngarten foi citado na CPMI das Fake News, como suspeito de contribuir para a divulgação de notícias falsas na campanha eleitoral

Desde o momento em que o chefe da Secom assumiu a pasta, em abril de 2019, as emissoras Record e Band, para quais a FW Comunicação presta serviços publicitários, têm recebido fatias das verbas públicas cada vez maiores. Assim como o SBT, que foi cliente da empresa de Wajngarten até o primeiro semestre do ano passado.

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