Pandemia se estende além do previsto e setor varejista perde fôlego

“O comércio tem sido cada vez menos impactado pela Covid-19 e a economia tem uma trajetória que começa a se assemelhar ao comportamento pré-pandemia. (Ainda) tem outros pontos como o auxílio emergencial menor em setembro. A desaceleração é natural e representa uma acomodação”, disse o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

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Vendas no varejo melhoram, mas longe ainda de deixar a crise para trás

No mês, o IBGE apurou alta em cinco das oito atividades pesquisadas, com destaque para tecidos, vestuário e calçados (30,5%). O setor de móveis e eletrodomésticos cresceu 4,6% e o de equipamentos para escritório e informática, 1,5%. Entre as quedas, destaque para hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,2%).

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A recessão no Brasil se agrava, mas preços disparam nos supermercados

Para o Produto Interno Bruto (PIB), os economistas consultados passaram a prever uma contração de 5,11% este ano, contra recuo de 5,31% estimado na semana anterior. Para 2021 permanece a expectativa de crescimento de 3,50% da economia. A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que a taxa básica de juros deve permanecer no atual patamar de 2,0% ao final do ano.

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Indicador do comércio cresce, mas longe ainda de perdas anteriores

Segundo o Serasa, o segmento de”Tecidos, Vestuários, Calçados e Acessórios” foi o que mais cresceu junho, com expansão de 16%, seguido pelo “Supermercados, Hipermercados, Alimentos e Bebidas Móveis”, que se expandiu 4,6%. Já os setores que registraram pior resultado foram os de “Combustíveis e Lubrificantes”, com queda de 1,6%, e “Materiais de Construção”, com recuo de 0,7%.

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Vendas no varejo aceleram declínio, mesmo antes da pandemia

Em termos nominais, que espelham a receita de vendas observada pelos varejista, a queda foi de 9,7%. Em fevereiro, o ICVA havia apurado alta de 5,2% nas vendas reais e aumento de 9,1% nas vendas nominais. O resultado de março foi o mais negativo apurado pelo ICVA desde a sua criação em janeiro de 2014, disse a Cielo.

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Movimento no comércio recua, antes mesmo do novo coronavírus

Em relação a janeiro do ano passado, as vendas aumentaram 1,3%. Segundo o analista da pesquisa, Cristiano Santos, mesmo com essa alta, o resultado voltou a mostrar um quadro de perda de ritmo. Além desses segmentos, móveis e eletrodomésticos (-1,9%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,6%), e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,2%) foram outros três em queda das oito pesquisadas.

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