Tailândia proibirá boxe entre menores após morte de pugilista

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Publicado quarta-feira, 14 de novembro de 2018 as 12:21, por: CdB

O ministro de Esportes, Weerasak Kowsurat, afirmou já ter recebido a minuta da reforma à Lei de Boxe que prevê proibir esta prática a menores de 12 anos e torna obrigatório o uso de proteções entre os de 13 e 15 anos.

Por Redação, com EFE – de Bangcoc/Nova York

As autoridades da Tailândia anunciaram uma reforma legal para proibir a prática do boxe tailandês entre menores após a morte de um menino de 13 anos durante uma luta no final de semana passado, informou nesta quarta-feira a imprensa local.

O boxe tailandês, uma modalidade que inclui golpes com punhos e pernas

O ministro de Esportes, Weerasak Kowsurat, afirmou já ter recebido a minuta da reforma à Lei de Boxe que prevê proibir esta prática a menores de 12 anos e torna obrigatório o uso de proteções entre os de 13 e 15 anos.

– O Ministério acelerará o processo para passar a consideração do governo o mais rápido possível – disse Weerasak ao jornal Bangcoc Post.

Atualmente, a lei tailandesa não fixa nenhuma idade mínima para a participação de crianças em combates de boxe e só estabelece que os menores de 15 devem estar registrados e receber equipamento, o que ocorre raras vezes.

O anúncio da emenda legal aconteceu depois que Anucha Thasako, de 13 anos de idade, morreu em decorrência de uma hemorragia cerebral durante uma luta no sábado passado, em um ato beneficente em um templo de Samut Prakan, nos arredores de Bangcoc.

O menor caiu fulminado por um murro no terceiro assalto e foi levado ao hospital, onde os médicos não puderam salvar sua vida.

Segundo a imprensa local, Anucha praticava boxe tailandês desde os oito anos e tinha participado de cerca de 170 combates.

O boxe tailandês, uma modalidade que inclui golpes com punhos e pernas, é um dos esportes mais populares na Tailândia, onde é praticado por milhares de crianças, a maioria delas de famílias pobres que utilizam estes menores como fonte de renda.

Brooks Koepka

O norte-americano Brooks Koepka retomou na segunda-feira a liderança do ranking mundial de golfe, perdida há uma semana para o inglês Justin Rose, apesar de nenhum dos dois ter participado de competições neste fim de semana.

O atual número 1 do mundo aparece no topo da classificação com 10,3226 pontos de média, ligeiramente acima da marca alcançada há sete dias, que foi de 10,2381. O ex-primeiro colocado, por sua vez, caiu de 10,2899 para 10,1623, com isso, perdeu um posto.

Campeão do principal torneio disputado na última semana, o Mayakoba Golf Classic, nos Estados Unidos, o americano Matt Kuchar, antigo líder do ranking, saltou 11 posições e agora é o 29º colocado na lista de melhores do circuito profissional.

Nenhum golfista do Brasil participou de competição nos últimos dias. Número 1 do país, Adílson da Silva perdeu dois lugares na classificação e agora ocupa o 277º lugar.

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