Tarcísio avisa que, por enquanto, não vai se filiar ao PL de Bolsonaro

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Publicado segunda-feira, 20 de maio de 2024 as 19:00, por: CdB

Tarcísio, que foi eleito com o apoio de Bolsonaro, é visto como o principal herdeiro do bolsonarismo nas pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial de 2026. Apesar do apoio do Republicanos a Bolsonaro, o partido atualmente integra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ocupando o Ministério de Portos e Aeroportos. 

Por Redação – de São Paulo

Governador de São Paulo, o ex-militar Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou, nesta segunda-feira, que não planeja se filiar ao PL “no momento”.

Tarcísio de Freitas disse que, por enquanto, permanecerá no Republicanos

— Não teremos esse movimento no momento — disse Tarcísio, em entrevista ao canal norte-americano de notícias CNN Brasil.

O convite para que o governador deixasse a legenda atual e migrasse para o PL foi feito pelo ex-mandatário neofascista Jair Bolsonaro, em março deste ano. 

Neste fim de semana, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, disse esperar que a filiação pudesse ocorrer em junho ou julho, mas reconhece a ausência da data definida.

— Ele não marcou data — reconheceu.

 

Esquerda

Ainda segundo Valdemar, a filiação de Tarcísio deixaria “Bolsonaro mais forte do que nunca” apesar do ex-mandatário ter sido declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

Tarcísio, que foi eleito com o apoio de Bolsonaro, é visto como o principal herdeiro do bolsonarismo nas pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial de 2026. Apesar do apoio do Republicanos a Bolsonaro, o partido atualmente integra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ocupando o Ministério de Portos e Aeroportos. 

A participação da legenda de direita no governo petista tem gerado atritos interno, evidenciados pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, que classifica o Republicanos como um “partido de esquerda”.

Costa Neto emitiu comunicado no qual os parlamentares da legenda estão proibidos de anunciar apoio a pré-candidatos de outros partidos, o que deixa ainda mais delicada a situação do governador paulista.

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