Tiroteio no Vidigal fecha a Avenida Niemeyer

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Publicado terça-feira, 14 de agosto de 2018 as 14:02, por: CdB

Segundo a PM, agentes da base da UPP na comunidade foram atacados a tiros por criminosos. Um policial ficou ferido e foi levado para o Hospital Miguel Couto, na Gávea, onde permanece internado

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro

A Avenida Niemeyer, que liga os bairros do Leblon a São Conrado, ficou fechada por duas horas durante a manhã desta terça-feira devido a um tiroteio entre policiais e traficantes da comunidade do Vidigal. Segundo a PM, agentes da base da UPP na comunidade foram atacados a tiros por criminosos. Um policial ficou ferido e foi levado para o Hospital Miguel Couto, na Gávea, onde permanece internado.

A Avenida Niemeyer, que liga os bairros do Leblon a São Conrado, ficou fechada por duas horas durante a manhã desta terça-feira devido a um tiroteio

A troca de tiros começou por volta das 8h53, na Rua 25 de Dezembro, no interior da comunidade, segundo o segundo o aplicativo Fogo Cruzado. De acordo com a PM, após a troca de tiros, os marginais fugiram em direção à mata que circunda o Vidigal e faz fronteira com a comunidade da Rocinha.

Por volta as 12h, o tráfego voltou a fluir normalmente na avenida e ciclistas voltaram a usar a Ciclovia Tim Lopes. A UPP do Vidigal foi instalada há seis anos na comunidade.

Roubo de carga

O Rio de Janeiro registrou queda no número de roubo de cargas em julho. Foram 731 ocorrências contra 908 no mesmo período de 2017. Outros índices também apresentaram queda como o roubo de veículos que passou de 4.951 em julho do ano passado contra 3.518 neste ano; queda de 29%;

O roubo de rua, caiu de 12.587 para 11.021, no período avaliado, o que representa queda de 5%. Os dados referentes a latrocínio, roubo seguido de morte, também caíram 61%.  Foram 9 casos em julho deste ano contra 23 em 2017.

O número de homicídios dolosos, no entanto, aumentou: foram 408 em 2018, contra 374 no ano passado.

Os números do Instituto de Segurança Pública (ISP) foram antecipados pelo secretário de Segurança do Estado, general Richard Nunes.