Trabalhador de área essencial terá creche em SP

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Publicado quarta-feira, 1 de abril de 2020 as 13:42, por: CdB

A Secretaria Municipal de Educação de São Paulo abriu vagas em creches para atender os filhos dos trabalhadores de serviços ligados ao enfrentamento da pandemia de coronavírus.

Por Redação, com ABr – de São Paulo

A Secretaria Municipal de Educação de São Paulo abriu vagas em creches para atender os filhos dos trabalhadores de serviços ligados ao enfrentamento da pandemia de coronavírus. Estão abrangidos funcionários da saúde, segurança, assistência social e serviço funerário.

Inscrições podem ser feitas na página da Secretaria de Educação
Inscrições podem ser feitas na página da Secretaria de Educação

Para serem beneficiadas pelo serviço emergencial, as crianças até 3 anos têm que estar matriculadas na rede municipal de ensino.

Inicialmente, vão funcionar seis unidade para esse atendimento especial: em Pirituba (Zona Norte), Brasilândia (zona norte), Vila Matilde (zona leste), Tatuapé (Zona Leste), Campo Limpo (zona sul) e Santo Amaro (Zona Sul).

As inscrições podem ser feitas até esta quarta-feira pela página da Secretaria de Educação.

Abastecimento de gás

O abastecimento de gás de cozinha deve se normalizar em até quatro dias, segundo o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás). De acordo com a entidade, uma nova carga do produto, importado da Argentina, chegou na terça-feira ao Porto de Santos e começará a ser engarrafado em botijões a partir de amanhã, em Mauá (SP).

“Com o aumento da demanda, as entregas de gás da Petrobras para as distribuidoras registram atraso de dois dias, o que causa filas nas plantas de engarrafamento e a sensação de escassez para o consumidor final”, disse em nota a Sindigás.

A quantidade importada de gás é suficiente para encher 1,6 milhão de botijões. O Sindigás voltou a pedir aos consumidores que evitem comprar mais gás do que o necessário, permitindo que pessoas que estão sem o produto consigam comprá-lo facilmente.

“O atraso [no abastecimento] é resultado do aumento da procura pelo produto devido à pandemia de covid-19. Não houve redução no fluxo de entrega do produto considerando uma demanda normal. O que ocorreu foi uma leve antecipação de compras por consumidores preocupados com a pandemia e o isolamento social”, ressaltou a instituição em nota.

 

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