Traços de sociopatia impedem Bolsonaro de se importar com vacina

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Publicado domingo, 27 de dezembro de 2020 as 00:02, por: CdB

Tal comportamento, segundo a psicóloga Lusa Ivari, em uma mensagem no Twitter, revela traços de sociopatia. As pessoas portadoras desse desvio de caráter não possuem empatia, não conseguem entender os sentimentos dos outros.

Por Redação – de Brasília

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, na véspera, que antes de serem aplicadas, as vacinas contra a Covid-19 precisam ser aprovadas pela Agência de Vigilância Sanitária. Até aí, discursou sobre o óbvio. Mas, na mesma sentença, acrescentou que não se sentia, minimamente, pressionado pelo fato de que outros países já tenham iniciado suas campanhas de vacinação e começado a salvar vidas. O Brasil ruma para os 200 mil mortos, atrás apenas dos EUA.

Bolsonaro é conhecido, mundialmente, como um vetor contra a Ciência e as vacinas
Bolsonaro é conhecido, mundialmente, como um vetor contra a Ciência e as vacinas

— Ninguém me pressiona para nada, não dou bola para isso, é razão, razoabilidade, responsabilidade com o povo, você não pode aplicar qualquer coisa no povo — disse ele, ao ser questionado por jornalista se o início de vacinação em outros países pressionaria o seu governo.

Tal comportamento, segundo a psicóloga Lusa Ivari, em uma mensagem no Twitter, revela traços de sociopatia. As pessoas portadoras desse desvio de caráter não possuem empatia, não conseguem entender os sentimentos dos outros.

Vacinação

“Vamos esclarecer. Bolsonaro não é louco. O ‘louco’ é aquele que sofre de uma psicose, delira e alucina porque rompe com a realidade. Essa trupe que nos ‘governa’ é perversa. O perverso não perde o senso de realidade, mas a distorce a seu bel prazer, conscientemente. Um sociopata”, escreveu Ivari, de Ipojuca (PE), no último dia 12, ao comentar sobre o governo do mandatário neofascista.

Durante uma saída em Brasília fora da agenda, no sábado, Bolsonaro lembrou ainda que já assinou medida provisória que abre crédito extraordinário de R$ 20 bilhões para a vacinação contra a covid-19 no Brasil, inclusive para a compra de imunizantes.