Tribunal determina que Biden deve restabelecer programa migratório de Trump

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Publicado quarta-feira, 25 de agosto de 2021 as 10:14, por: CdB

O Supremo Tribunal dos Estados Unidos decidiu que o governo do presidente Joe Biden deve restabelecer o programa chamado Protocolo de Proteção ao Imigrante, através do qual milhares de centro-americanos que solicitaram asilo nos EUA foram deportados para o México.

Por Redação, com Sputnik – de Washington

A Supremo Tribunal Federal dos EUA rejeitou o recurso apresentado pelo governo Biden para tentar impedir a ordem de restabelecer o programa de asilo da era Trump.

Supremo Tribunal dos EUA determina que Biden deve restabelecer programa migratório de Trump

O Supremo Tribunal dos Estados Unidos decidiu na terça-feira que o governo do presidente Joe Biden deve restabelecer o programa chamado Protocolo de Proteção ao Imigrante, através do qual milhares de centro-americanos que solicitaram asilo nos EUA foram deportados para o México.

Por maioria, o Supremo Tribunal Federal rejeitou o recurso apresentado pelo governo Biden para tentar invalidar a ordem dada ao Executivo para restabelecer o programa, conhecido como Permanecer no México.

Com esta resolução, a recente decisão do juiz distrital Matthew Kacsmaryk, que ordenou o restabelecimento desta política, continua em vigor, considerando que o governo Biden não apresentou uma justificação válida para a sua suspensão.

Confrontos com policiais

O juiz destacou o aumento de confrontos com policiais na fronteira sudoeste desde o encerramento do programa. Ele tinha adiado a entrada em vigor da decisão por sete dias para dar à administração Biden tempo para apresentar recurso.

O governo do ex-presidente Donald Trump implementou o programa para forçar os requerentes de asilo a esperarem no país vizinho pela aprovação de seus pedidos.

Com essa política, os Estados Unidos deportaram para o México cerca de 68 mil centro-americanos que solicitaram asilo, mas Biden anunciou em 1º de junho o fim do programa, após concluir que não servia para uma gestão “adequada” das fronteiras.

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