Twitter diz que 130 contas foram alvo de ataque hacker

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Publicado sexta-feira, 17 de julho de 2020 as 11:00, por: CdB

O Twitter divulgou na noite de quinta-feira que os hackers que atacaram sua plataforma possuíam cerca de 130 alvos, em um incidente no qual perfis de muitas personalidades e organizações importantes foram comprometidos.

Por Redação, com Reuters – de São Francisco

O Twitter divulgou na noite de quinta-feira que os hackers que atacaram sua plataforma possuíam cerca de 130 alvos, em um incidente no qual perfis de muitas personalidades e organizações importantes foram comprometidos.

O Twitter divulgou que os hackers que atacaram sua plataforma
O Twitter divulgou que os hackers que atacaram sua plataforma

Os hackers acessaram os sistemas internos do Twitter para invadir contas de algumas das principais vozes da plataforma, incluindo o candidato presidencial dos EUA Joe Biden, a estrela de reality show Kim Kardashian, o ex-presidente dos EUA Barack Obama e o bilionário Elon Musk e as usaram para pedir doações de uma moeda digital.

Em sua última declaração, o Twitter afirmou que os hackers conseguiram controlar um “pequeno subconjunto” das contas que atacaram e publicar tuítes delas.

A empresa acrescentou que continuava avaliando se os invasores conseguiram acessar dados privados das contas.

“Ainda estamos no processo de avaliar as etapas de longo prazo que podemos tomar e compartilharemos mais detalhes assim que possível”, acrescentou o Twitter em seu comunicado.

YouTube

O YouTube e outros serviços online do Google não são responsáveis quando usuários publicam ilegalmente conteúdo protegido por direito autoral em suas plataformas, mas os titulares destes direitos podem pedir liminares contra as empresas, disse um conselheiro do Tribunal de Justiça da União Europeia na quinta-feira.

Os juízes da UE, que seguiram essa avaliação em quatro de cinco casos, decidirão sobre o assunto nos próximos meses.

Nos últimos anos, as plataformas online e as redes sociais se viram no centro de um debate sobre quanta responsabilidade deveriam ter pelo conteúdo ilegal ou relacionado a discurso de ódio publicado em suas plataformas.

A Comissão Europeia pretende abordar esta questão com novas regras conhecidas como Lei dos Serviços Digitais no final deste ano.

As regras da UE existentes isentam o YouTube e seus pares de tal responsabilidade quando são informados sobre violações e as removem, disse o conselheiro-geral Henrik Saugmandsgaard Øe em uma declaração relacionada a dois casos perante o tribunal.

– Atualmente, a legislação da UE permanece em vigor, operadores de plataformas online, como YouTube e Uploaded, não são diretamente responsáveis pelo upload ilegal de obras protegidas feito por usuários dessas plataformas – afirmou.

– Caso contrário, haveria o risco de os operadores da plataforma se tornarem juízes da legalidade online e o risco de uma ‘remoção excessiva’ de conteúdo armazenado – disse.

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