Twitter rotula publicação de Donald Trump como ‘mídia manipulada’

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Publicado sexta-feira, 19 de junho de 2020 as 11:11, por: CdB

O Twitter colocou um rótulo de “mídia manipulada” em um vídeo publicado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na rede social que mostrou um clip de notícias editado com a mensagem “criança foge aterrorizada de bebê racista”.

Por Redação, com Reuters = de São Francisco/Bangalore

O Twitter colocou um rótulo de “mídia manipulada” em um vídeo publicado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na rede social na quinta-feira que mostrou um clip de notícias editado com a mensagem “criança foge aterrorizada de bebê racista”.

O Twitter colocou um rótulo de “mídia manipulada” em um vídeo publicado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
O Twitter colocou um rótulo de “mídia manipulada” em um vídeo publicado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

O vídeo original, que viralizou nas redes sociais em 2019, mostra uma criança negra e outra branca correndo em direção uma da outra e se abraçando. Ele foi publicado no ano passado no site da CNN com o título “essas duas crianças estão nos mostrando como se parecem melhores amigos na vida real”.

Conta de Trump

O vídeo compartilhado na conta de Trump primeiro mostra a parte onde uma das crianças é vista correndo à frente da outra. Em determinado momento, aparece uma mensagem: “Bebê racista, provavelmente eleitor de Trump”.

O vídeo tuitado, com mais de 7,7 milhões de visualizações e 125 mil retuítes, mostra então o vídeo original e afirma: “A América não é o problema. Fake news é o problema”.

“Nós podemos rotular tuítes que contêm mídia sintética e manipulada para ajudar as pessoas a entenderem sua autenticidade e para fornecer contexto adicional”, afirma o Twitter em uma explicação sobre suas políticas publicada em seu site.

O Twitter tem estado sob escrutínio crescente do governo Trump desde que checou as informações de um tuíte dele sobre votação por correio. A rede social também rotulou uma publicação de Trump sobre os protestos em Mineápolis como “glorificação da violência”.

Facebook

O Facebook adquiriu a empresa sueca de tecnologia de mapeamento Mapillary, que coleta imagens de milhares de colaboradores para criar mapas imersivos e atualizados, disseram as empresas.

O presidente-executivo da Mapillary, Jan Erik Solem, que fundou a startup depois de deixar a Apple em 2013, disse que a tecnologia de sua empresa seria usada para alimentar produtos como o Facebook Marketplace e fornecer dados a organizações humanitárias.

Solem havia vendido uma startup de reconhecimento facial, Polar Rose, para a Apple em 2010.

O Facebook confirmou a transação, mas se recusou a revelar os termos. A Mapillary não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

A Mapillary visa solucionar um dos problemas mais caros do mapeamento: manter os mapas atualizados com dados detalhados sobre placas, endereços e outras informações das vias.

Grandes empresas como Apple e o Google, de propriedade da, resolvem o problema enviando frotas de veículos equipadas com câmeras e outros sensores para coletar imagens.

Mapillary

A Mapillary fornece as imagens através de crowdsourcing, com usuários contribuindo com fotos de smartphones e outros tipos de câmeras, e usa a tecnologia de “visão computacional” para juntar as fotos em um mapa tridimensional.

Muitos consideram essa informação essencial para a tecnologia de carros autônomos, embora um porta-voz do Facebook tenha dito que também apoiaria os produtos do Facebook em desenvolvimento, como óculos de realidade aumentada e dispositivos de realidade virtual.

Ferramentas de automação

O Facebook anunciou na quinta-feira abertura de processos contra indivíduos europeus e nos Estados Unidos que segundo a empresa abusaram de suas plataformas por meio do uso de software de automação não autorizado.

“Esta é uma das primeiras vezes que a companhia de mídia social está usando processos coordenados em múltiplas jurisdições para assegurar o respeito aos termos de seus serviços e proteger os usuários”, afirmou o Facebook em comunicado.

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