Uber faz acordo com Landi Renzo para conversão de carros para GNV no Brasil

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Publicado quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019 as 11:03, por: CdB

A parceria envolve oferta aos motoristas da Uber de uma “linha de financiamento especial para a compra e instalação de sistemas Landi Renzo”, afirmaram as empresas em comunicado.

Por Redação, com Reuters – de São Paulo/Nova York/Nova Delhi

A Uber assinou acordo com a filial brasileira da italiana Landi Renzo para oferecer conversão de veículos para gás natural veicular (GNV), em estratégia para redução de custos dos motoristas parceiros da companhia.

A Uber assinou acordo com a filial brasileira da italiana Landi Renzo para oferecer conversão de veículos para gás natural

A Landi Renzo afirma ser “líder mundial no setor de componentes GNV e sistemas de combustível”.

A parceria envolve oferta aos motoristas da Uber de uma “linha de financiamento especial para a compra e instalação de sistemas Landi Renzo”, afirmaram as empresas em comunicado. “Esta oferta também responde a um desejo dos próprios motoristas para conversão de seus veículos”, acrescentaram as companhias.

Acordo entre Viacom e Netflix

A Viacom anunciou outro acordo de produção cinematográfica com a Netflix através da divisão infantil Nickelodeon, desenvolvendo uma estratégia para produzir mais programas e filmes para terceiros, conforme gigantes de serviços de streaming disputam telespectadores.

A Nickelodeon produzirá os filmes The Loud House e Rise of the Teenage Mutant Ninja Turtles, baseados em suas famosas franquias de televisão. A empresa espera que esses filmes em outras plataformas enviem os espectadores de volta às redes da Viacom.

O anúncio, feito em uma teleconferência com analistas de Wall Street, ressaltou o significado de sua estratégia multifacetada, após divulgar dados trimestrais em que a venda de ingressos para Bumblebee contribuiu para um lucro acima das estimativas, mas a receita ficou um pouco aquém do esperado com vendas de anúncios mais fracas em suas redes de cabo.

O lucro líquido atribuível à Viacom, dona da MTV e Comedy Central, caiu para US$ 321 milhões , ou US$ 0,80 por ação, no primeiro trimestre encerrado em 31 de dezembro, de US$ 537 milhões, ou US$ 1,33  por ação, um ano antes.

A receita total somou US$ 3,09 bilhões, abaixo das estimativas de US$ 3,12 bilhões, segundo dados do IBES da Refinitiv. Excluindo itens não recorrentes, a empresa ganhou US$ 1,12 por ação, acima da estimativa média de US$ 1,03 por ação.

A Viacom informou que espera crescimento de receita para o ano inteiro um dígito médio em moeda constante. Também espera um crescimento de publicidade em 2019.

Serviço de mercearia da Amazon volta lentamente à Índia

O serviço de mercearia da Amazon.com está aos poucos retornando ao seu website na Índia após a gigante do varejo online enfrentar um revés por conta da revisão das normas de comércio, que entraram em vigor na sexta-feira passada.

Novas regras federais, que proíbem as empresas de vender produtos através de fornecedores nos quais possuem participação acionária, forçaram a Amazon India a remover centenas de milhares de produtos de seu site na semana passada.

A decisão assustou a Flipkart, rival indiana da Amazon e do Walmart, que também mudaram suas estruturas de negócios.

Nesta terça-feira, a Amazon Pantry oferecia alimentos como biscoitos e chá em Nova Delhi e Mumbai. Embora repórteres da agência inglesa de notícias Reuters nessas cidades pudessem fazer pedidos da Pantry, vários clientes reclamaram no Twitter dificuldades para fazer pedidos.

A Índia permitiu a venda de produtos alimentícios pela Amazon em 2017 e a empresa investiu 500 milhões de dólares no negócio. A Amazon usava essa permissão para vender alguns produtos de mercearia da Pantry por meio de uma afiliada, disseram duas fontes familiarizadas com os planos à Reuters.

Apesar de vários produtos da Amazon, como a sua própria linha de produtos de limpeza doméstica da marca Presto, ainda estarem indisponíveis, alguns voltaram nos últimos dias.

As novas regras agradaram os pequenos lojistas, que reclamavam há muito tempo que as gigantes do comércio eletrônico usavam seu controle sobre o estoque de fornecedores afiliados para criar uma concorrência desleal.

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