UE pede que Facebook, Twitter e Google façam mais pelos usuários

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Publicado quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018 as 11:46, por: CdB

As autoridades executivas e de defesa do consumidor do bloco disseram que as três empresas apenas abordaram parcialmente as preocupações sobre responsabilidade e a forma como os usuários são informados sobre a remoção de conteúdo ou os termos de contratos

Por Redação, com Reuters – de Bruxelas:

O comissário de justiça da Europa pediu nesta quinta-feira ao Facebook, Twitter e Google que façam mais para alinhar seus termos de usuário com a legislação da União Europeia, dizendo que as propostas apresentadas pelas gigantes tecnológicas foram consideradas insuficientes.

O comissário de justiça da Europa pediu nesta quinta-feira ao Facebook, Twitter e Google que façam mais para alinhar seus termos de usuário

As autoridades executivas e de defesa do consumidor do bloco disseram; que as três empresas apenas abordaram parcialmente as preocupações sobre responsabilidade e a forma como os usuários são informados sobre a remoção de conteúdo ou os termos de contratos.

As autoridades em todo o bloco, que pediram as mudanças no ano passado; podem multar as empresas caso não cumpram as recomendações.

– As regras do consumidor da UE devem ser respeitadas e, se as empresas não cumprirem, devem enfrentar sanções – afirmou a comissária europeia Vera Jourova em comunicado. “Algumas empresas agora estão tornando suas plataformas mais seguras para os consumidores, no entanto; é inaceitável que isso ainda não esteja concluído e que esteja levando tanto tempo”.

Rede de aplicativos do Google

O Google faz anúncios aparecerem em mais aplicativos de celulares do que qualquer outra empresa de tecnologia. E esse é o núcleo de um negócio que ressurge para a controladora Alphabet.

A unidade de rede publicitária do Google registrou três trimestres consecutivos de aumentos de dois dígitos de vendas em relação a 2016. O negócio está se aproximando de uma receita anual de US$ 20 bilhões; tornando-se tão importante para o faturamento do Google quanto seus negócios de hardware; computação em nuvem e lojas de aplicativos combinados.

Durante anos, a estrela da rede foi o AdSense do Google, que oferece anúncios para sites em troca de uma redução da receita publicitária. Mas com os consumidores migrando de computadores para celulares; o destaque passou para o AdMob, a ferramenta de mercado de massa do Google para aplicativos de terceiros; e o DoubleClick for Publishers, seu software móvel de alta tecnologia.

O Google atraiu desenvolvedores de aplicativos de concorrente ao reduzir suas comissões e simplificar o software. E está cada vez mais satisfazendo os anúnciantes com novos formatos, como vídeo.

Mas a política embute um custo. O Google está crescendo ao dar aos criadores de aplicativos e sites uma parcela maior das vendas de anúncios. No último trimestre de 2017; a fatia do Google caiu em US$ 33 milhões; ante o mesmo período do ano anterior, embora a receita geral da rede tenha aumentado US$ 559 milhões.

– Eles estão perseguindo crescimento da receita e superando a concorrência em detrimento das margens – disse Brian Wieser, analista da Pivotal Research, uma empresa da cidade de Nova York que fornece orientação de ações.

 

 
 
 
 

 

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