Vladimir Putin diz que Rússia responderá se EUA instalar mísseis na Europa

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Publicado quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019 as 10:22, por: CdB

Ele disse que a reação da Rússia a qualquer envio de mísseis será firme e que as autoridades norte-americanas devem calcular os riscos antes de tomarem tais medidas.

Por Redação, com Reuters – de Moscou

A Rússia responderá a qualquer instalação de armas nucleares de alcance intermediário na Europa ao mirar não só em países onde esses mísseis forem estacionados, mas também aos Estados Unidos, disse o presidente russo, Vladimir Putin, nesta quarta-feira.

Presidente da Rússia, Vladimir Putin, faz pronunciamento ao Parlamento em Moscou

Em seu pronunciamento anual ao Parlamento, Putin disse que a Rússia não está buscando uma confrontação e não dará o primeiro passo para instalar mísseis em resposta à retirada dos EUA do Acordo de Forças Nucleares de Alcance Intermediárias (INF, na sigla em inglês).

Mas ele disse que a reação da Rússia a qualquer envio de mísseis será firme e que as autoridades norte-americanas devem calcular os riscos antes de tomarem tais medidas.

Desnuclearização da Coreia do Norte

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na terça-feira que quer que a Coreia do Norte ponha fim a seu programa nuclear, mas que não está com pressa e que não tem nenhum prazo urgente para que Pyongyang se desnuclearize.

Trump se reunirá com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, pela segunda vez nos dias 27 e 28 de fevereiro no Vietnã.

Falando com repórteres na Casa Branca, Trump disse que, as sanções contra a nação asiática permanecerão em vigor e observou que Pyongyang não tem conduzido testes nucleares ou de mísseis recentemente.

– Não estou com pressa. Não há testes. Enquanto não houver testes, eu não estarei com pressa. Se houver testes, é outra coisa – disse. “Só gostaria de ver por fim a desnuclearização da Coreia do Norte”, acrescentou.

Mais cedo nesta terça, Trump conversou com o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, sobre a cúpula e planeja falar com o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, na quarta-feira.

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