Walmart recolhe armas de fogo em lojas dos EUA temendo ‘distúrbios civis’

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Publicado sexta-feira, 30 de outubro de 2020 as 13:28, por: CdB

A rede Walmart, nos Estados Unidos, decidiu nesta semana remover de suas prateleiras revólveres, pistolas, fuzis e munição de diferentes calibres caso as lojas sejam invadidas durante o que chamaram de “distúrbios sociais”.

Por Redação, com Sputnik – de Washington

A rede Walmart, nos Estados Unidos, decidiu nesta semana remover de suas prateleiras revólveres, pistolas, fuzis e munição de diferentes calibres caso as lojas sejam invadidas durante o que chamaram de “distúrbios sociais”.

Às vésperas de eleição, Walmart recolhe armas de fogo em lojas dos EUA temendo 'distúrbios civis'
Às vésperas de eleição, Walmart recolhe armas de fogo em lojas dos EUA temendo ‘distúrbios civis’

A rede de varejo, que vende armas de fogo em cerca de metade de suas 47 mil lojas espalhadas pelos EUA, disse que os clientes ainda podem comprar armas e munições mediante solicitação, mesmo que não estejam mais em exibição.

“Vimos alguns distúrbios civis isolados e, como fizemos em várias ocasiões nos últimos anos, retiramos nossas armas de fogo e munições da área de vendas como precaução para a segurança de nossos associados e clientes”, disse um porta-voz do Walmart, citado pelo jornal The Wall Street Journal.

A empresa ainda não decidiu por quanto tempo os itens não serão exibidos nas prateleiras das lojas.

Durante essa semana, a população da Filadélfia foi às ruas protestar depois que a polícia matou um homem negro segurando uma faca na cidade.

Eleição dos Estados Unidos

Em uma carta enviada aos gerentes das lojas na quarta-feira, o Walmart pediu aos funcionários que retirassem as armas das prateleiras “devido à atual agitação em áreas isoladas do país e por excesso de cautela”.

A medida ocorre às vésperas da eleição dos Estados Unidos, marcada oficialmente para o dia 3 de novembro. Os norte-americanos vão às urnas decidir se preferem a reeleição do republicano Donald Trump ou se desejam que seu rival democrata, o ex-vice-presidente Joe Biden, comande o país.