Rio de Janeiro, 08 de Janeiro de 2026

Panasonic retorna ao mercado de smartphones

A fornecedora japonesa de eletrônicos Panasonic disse que vai retornar parcialmente ao mercado de smartphones com dois modelos de alto custo, direcionados a consumidores corporativos como produtos homólogos aos seus laptops Toughbook e tablets Toughpad.

Segunda, 24 de Fevereiro de 2014 às 08:45, por: CdB
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A fornecedora japonesa de eletrônicos Panasonic disse que vai retornar parcialmente ao mercado de smartphones
A fornecedora japonesa de eletrônicos Panasonic disse que vai retornar parcialmente ao mercado de smartphones com dois modelos de alto custo, direcionados a consumidores corporativos como produtos homólogos aos seus laptops Toughbook e tablets Toughpad. Os dispositivos, atualmente em exibição na feira Mobile World Congress em Barcelona, ampliam a movimentação da Panasonic na direção de clientes corporativos em vez de consumidores do varejo. Pressionada por vendas fracas de eletrônicos de consumidores como TVs, a companhia perdeu 15 bilhões de dólares em dois anos antes de embarcar em uma reestruturação que a veria voltando a lucrar neste ano fiscal. Após sair do negócio de consumidores de smartphones no ano passado, a Panasonic disse nesta segunda-feira que tem como meta fabricar 40 mil dispositivos Toughpad por ano. Eles estarão disponíveis primeiro no Japão com um preço de cerca de 130 mil ienes (US$ 1.300), antes de ser lançado na Europa e nos Estados Unidos. A companhia lançará duas versões dos aparelhos móveis carregando a marca Toughpad, um com o sistema operacional Windows Embedded 8 da Microsoft e outro com o sistema Android do Google. Nokia A Nokia, que será comprada em breve pela Microsoft, está se voltando para software desenvolvido pelo arquirrival Google para uma nova linha de telefones que a companhia espera que a torne uma desafiante tardia no dinâmico mercado de smartphones de baixo custo. Seus primeiros modelos, o Nokia X, X+ e XL, utilizam uma versão aberta do sistema operacional Android criado pelo Google, que se tornou o software mais popular do mundo utilizado em smartphones. O lançamento dos telefones, dias antes da Nokia vender seu negócio de dispositivos móveis à Microsoft, num acordo de US$ 7,2 bilhões, é uma tentativa de continuar relevante em mercados emergentes, onde telefones Android com baixo custo são comprados por centenas de milhões de consumidores. O presidente-executivo da Nokia, Stephen Elop, disse que o mercado havia "mudado dramaticamente", e que o grupo precisava atender o segmento abaixo de US$ 100, que deve crescer em um ritmo quatro vezes maior que os aparelhos mais caros. Ele disse numa coletiva de imprensa lotada na feira Mobile World Congress, em Barcelona, que em vez de uma virada de 180 graus na estratégia de usar o Windows Phone da Microsoft para smartphones, esta é uma jogada que apresenta o "próximo bilhão" de usuários ao hardware da Nokia e aos serviços da Microsoft. - Vemos a linha X complementando o Lumia (Windows Phone) a preços mais baixos - ele disse.  
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