Rio de Janeiro, 10 de Março de 2026

Polícia prende o maior assaltante de bancos no Rio

A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira, o chefe da maior quadrilha de roubo a banco do Rio de Janeiro, André Nunes Barcelos, de 40 anos, conhecido como Russinho. André foi preso na Avenida Santa Cruz, zona oeste da capital, em uma abordagem policial.

Quinta, 30 de Outubro de 2014 às 10:37, por: CdB
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Agora, a polícia está fazendo um levantamento para saber se ele tem algum envolvimento com funcionários das agências bancárias
A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira, o chefe da maior quadrilha de roubo a banco do Rio de Janeiro, André Nunes Barcelos, de 40 anos, conhecido como Russinho. André foi preso na Avenida Santa Cruz, zona oeste da capital, em uma abordagem policial. Segundo o delegado titular da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), Márcio Braga, André não ofereceu resistência. Somando os quatro processos em que ele está formalmente identificado, o valor dos roubos chega a quase R$ 1 milhão. De acordo com a polícia, Russinho foi investigado e identificado em pelo menos cinco assaltos a bancos registrados na DRF, incluindo um contra uma agência na Tijuca, em agosto deste ano, onde ele fez reféns. Ele estava sendo monitorado há quatros meses. - Ele é o chefe da maior quadrilha hoje atuando no Rio de Janeiro de roubo a banco e após esse nosso trabalho de inteligência e monitoramento, a gente conseguiu prendê-lo. É um grande golpe nessa quadrilha porque nós tiramos de circulação a cabeça pensante no grupo - explicou Braga, acrescentando que André agia com bastante experiência e, às vezes, utilizava uma carteira falsa de policial militar. Agora, a polícia está fazendo um levantamento para saber se ele tem algum envolvimento com funcionários das agências bancárias. Crime na Zona Norte  Polícia encontrou nesta quinta-feira cinco corpos dentro de um carro em Benfica, Zona Norte do Rio. De acordo a PM, agentes do Batalhão da Maré (22º BPM) foram até a rua General Gustavo Cordeiro de Farias, próximo à comunidade da Mangueira, para preservar o local. De acordo com a Polícia Civil, por volta das 8h40 agentes da DH (Divisão de Homicídios) já estavam no local fazendo a perícia. No para-brisas do carro, os suspeitos deixaram uma mensagem que diz: "Não aceitamos covardia. Vida paga com vida. Matou inocente morre". A suspeita é de que os mortos encontrados no carro estariam envolvidos na invasão à Mangueira que terminou com a morte de Caio Ferreira Martins, de 18 anos,  que jogava bola em um campo na comunidade quando os criminosos entraram atirando. Segundo a UPP (Unidade de Polícia Pacificadora), por volta das 20h de terça-feira, agentes da unidade local foram acionados por moradores que disseram que quatro homens saíram armados de uma mata próxima à Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, e atiraram contra um grupo que estava no Campo da Pedreira jogando futebol. Quando policiais chegaram ao local, Caio foi encontrado morto no chão e um outro jovem havia sido baleado na perna. O ferido foi levado para o Hospital Souza Aguiar, no centro do Rio. De acordo com os moradores, os atiradores fugiram em um carro na direção da Quinta da Boa Vista.
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