EUA: Rússia pode ter manipulado local de ataque químico na Síria

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Publicado segunda-feira, 16 de abril de 2018 as 10:43, por: CdB

Os comentários foram feitos durante reunião a portas fechadas da organização, realizada após o ataque do dia 7 de abril na cidade de Douma, perto de Damasco

Por Redação, com Reuters – de Washington:

A Rússia pode ter manipulado o local de um suposto ataque com armas químicas na cidade síria de Douma, disse o enviado dos Estados Unidos para a Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq) nesta segunda-feira, pedindo que o órgão condene o contínuo uso de armas químicas proibidas.

A Rússia pode ter manipulado o local de um suposto ataque com armas químicas na cidade síria de Douma

Os comentários foram feitos durante reunião a portas fechadas da organização; realizada após o ataque do dia 7 de abril na cidade de Douma, perto de Damasco; durante o qual dezenas de pessoas supostamente morreram em decorrência do uso de gás químico.

– Já passou do tempo desse conselho condenar o governo sírio; por seu reino de terror químico e exigir responsabilização internacional; para aqueles responsáveis por esses atos hediondos – disse o embaixador norte-americano Kenneth Ward em comentários vistos pela agência inglesa de notícias Reuters.

– É nosso entendimento que os russos podem ter visitado o local do ataque. É nossa preocupação que eles podem ter manipulado o local; com a intenção de impedir os esforços da missão de investigação da Opaq de conduzir um inquérito efetivo.

2 thoughts on “EUA: Rússia pode ter manipulado local de ataque químico na Síria

  1. Estranho como pessoas se omitem de refletir a respeito da sequencia de alegações provenientes das agências dos EUA e Inglaterra.
    As forças do triplo super-homem França, Inglaterra e EUA, se condoem por cidadãos “dominados por um cruel ditador” em algum país do planeta, rico em petróleo, que está se esgotando, segundo estudos do mesmo trio a partir de fotos dos satélites. Detalhes, como o do ditador não ter permitido a construção de um oleoduto pelo país levando o ouro negro a um porto a disposição dos EUA são omitidos. Peritos do trio vão até o país do cruel ditador e declaram que o produto é o gás sarin (‎C4H10FO2P) tão puro que não se pode concluir detalhes. Então, em favor do povo atingido, o trio bombardeia todo o seu país, inclusive os estoques de armas químicas (que então explodem na população sofrida; e que ainda têm de ir espontaneamente as ruas manifestarem seu apoio e solidariedade irrestrita ao cruel ditador. Mas os oficiais do trio informam que “o gás não é sarin, mas uma substância de Cloro).
    Alguma contradição?

  2. Estão se preparando para o resultado óbvio da investigação da OPAQ: NUNCA HOUVE ATAQUE QUÍMICO EM GHOUTA ORIENTAL. É tudo mais uma mentira dos países da OTAN, numa série de fake news que não têm e não terão fim enquanto existir idiotas que acreditem na mídia ocidental. Os países da OTAN tornaram-se grandes especialistas em atentados de falsa bandeira pelo mundo inteiro, sendo que no caso do Iraque milhões de pessoas pagaram pela grande mentira das “armas de destruição em massa” de Saddam Hussein. Lembremo-nos também que os EUA sempre foram o maior produtor e exportador de armas químicas do mundo, sendo sua primeira grande obra o lançamento de armas atômicas contra as populações civis de Hiroshima e Nagasaki. A Síria destruíu suas armas químicas em 2013 (todas “made in USA”) e os EUA foi um dos países que supervisinou essa destruição. De 2013 para cá a OPAQ esteve várias vezes na Síria para monitorar a inexistência de armas químicas no país, inclusive no segundo semestre de 2017 e confirmou a inexistência de armas químicas naquele país.

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