Serviços voltam a patinar, para surpresa de analistas econômicos

Essas perdas, no entanto, somam-se à queda recorde de 11,9% em abril, chegando ao quarto mês seguido de contração, embora os efeitos da pandemia só tenham sido registrados a partir do final de março, pesando sobre uma atividade que já vinha mostrando dificuldades em engrenar uma recuperação. Nos quatro meses seguidos de retração, o setor de serviços acumula perda de 19,7%.

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Pandemia lança mundo do trabalho em crise inédita, constata OIT

A perspectiva do mercado de trabalho global na segunda metade de 2020 é “altamente incerta”, e a recuperação prevista não bastará para o emprego voltar aos níveis pré-pandemia neste ano, disse a OIT na semana passada. A agência da ONU disse que a redução das horas de trabalho mundiais foi “significativamente pior do que o estimado anteriormente” na primeira metade do ano.

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Em meio à quebradeira, BNDES financia aéreas com até 60% do capital

A proposta para as companhias aéreas prevê disponibilização de R$ 2 bilhões para cada uma das empresas. Inicialmente, o BNDES entraria com R$ 1,2 bilhão de cada, totalizando R$ 3,6 bilhões. Outros 10% viriam do pool de bancos privados e o restante seria captado via mercado de capitais por meio de emissão de debêntures e de bônus.

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Em linha com o FMI, Rodrigo Maia já fala em reestruturação dos juros

Maia defendeu que as mudanças no sistema de tributos são complexas e que é necessário avançar com calma

Para o presidente da Câmara, que se referiu- ao cheque especial como uma “extorsão” ao cidadão, o ideal é que esse debate conte com a iniciativa do próprio sistema financeiro que, na opinião do deputado, precisa melhorar sua relação com a sociedade. Maia informou ainda, após o presidente Jair Bolsonaro anunciar que testou positivo para Covid-19, que fará um exame de sangue, já que esteve com o chefe do Executivo há seis dias.

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Fuga de capitais, no Brasil, foi maior do que em outros países emergentes

Isso não significa, contudo, que não haja algum otimismo. Alguns analistas chamam atenção para a melhora, ainda que tímida, do fluxo cambial, para a percepção de um real com excesso de desvalorização e para a conta corrente equilibrada. A dúvida é se essa melhora na margem tem força para continuar, especialmente considerando as dificuldades do Brasil em lidar com a pandemia.

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