Rio de Janeiro, 24 de Junho de 2026

Ciro Nogueira está, de novo, citado em atos ilícitos do Banco Master

O profissional era funcionário da Táxi Aéreo Piracicaba (TAP) e disse ter transportado regularmente o empresário Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido...

Quarta, 24 de Junho de 2026 às 18:58, por: CdB

O profissional era funcionário da Táxi Aéreo Piracicaba (TAP) e disse ter transportado regularmente o empresário Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco.

Por Redação – de Brasília

A Polícia Federal (PF) busca por provas de que uma sacola que o piloto Mauro Caputti Mattosinho, transportada por ele em um voo para Brasília no dia 6 de agosto de 2024, continha dinheiro e seria destinada ao senador Ciro Nogueira (PP-PI). A informação foi publicada inicialmente pelo site da internet ‘ICL Notícias’ e checada pela reportagem do Correio do Brasil.

Ciro Nogueira
O senador Ciro Nogueira (PP-PI) torna-se pessoa de interesse por parte da Polícia Federal

O profissional era funcionário da Táxi Aéreo Piracicaba (TAP) e disse ter transportado regularmente o empresário Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco, alvo de operação por fraudes no setor de combustíveis e procurado pela PF, com nome na Lista Vermelha da Interpol.

A investigação da PF indica que Daniel Vorcaro, dono do liquidado Banco Master, enviou ao operador financeiro Fabiano Zettel a mensagem: “Resolve Ciro e galerias hoje / Manda agora lá”. Em resposta, Zettel encaminhou uma lista de pagamentos pendentes, na qual aparece a anotação: “Espécie Ciro 350k”. A PF, no entanto, mantém a suspeita de que seria dinheiro em espécie enviado ao parlamentar.

 

Material

Desde a manhã da última sexta-feira, quando o caso veio à tona, Ciro Nogueira ainda não se posicionou. A defesa de Daniel Vorcaro também disse que não irá comentar o assunto. Já o advogados de Roberto Leme afirmaram à mídia conservadora que seu cliente nega qualquer transporte de recursos, bem como qualquer vínculo com Vorcaro, e diz que o empresário “nunca sequer deu um ‘bom dia’ ao ex-banqueiro ou pessoas ligadas a ele”.

Já a empresa TAP afirma que desconhece os fatos noticiados e que sua operação está “de acordo com a legislação pertinente, seguindo rigorosas regras de compliance”.

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