Rio de Janeiro, 31 de Julho de 2026

Flávio Bolsonaro perde candidata a vice, minutos depois do anúncio

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ressaltou que aliados da campanha também participam das articulações políticas.

Sexta, 31 de Julho de 2026 às 21:16, por: CdB

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ressaltou que aliados da campanha também participam das articulações políticas.

Por Redação – de Brasília

Senador e pré-candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) anunciou, nesta sexta-feira, que a senadora Tereza Cristina (PP-MS) havia aceitado seu convite para concorrer ao seu lado. Alguns minutos depois, no entanto, o Progressistas decidiu manter a neutralidade nas eleições 2026 e retirou o nome de sua filiada, deixando o filho ’01’ — como é apelidado — com a chapa em aberto.

senadora tereza cristina
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) tinha aceitado ser candidata a vice de Flávio Bolsonaro (PL-RJ)

Nesta manhã, Flávio Bolsonaro participou de um encontro com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB); e parlamentares do Estado. Em uma breve coletiva, logo após receber a notícia da desistência, disse que as tratativas não se restringem ao PP e que sua campanha segue dialogando com legendas como o Republicanos, por exemplo.

— Enquanto isso, a gente continua em conversa com outros partidos e está aqui do meu lado a Dani, que é do Republicanos. O importante é que a gente está montando um grande time — diz ele.

 

‘Centrão’

O senador ressaltou que aliados da campanha também participam das articulações políticas.

— O senador Rogério Marinho (PL-RN) está conversando com várias pessoas, eu converso, a Dani conversa. O nosso time, graças a Deus, é grande, multipartidário. Tenho a convicção de que, independentemente de formalidades partidárias ou não, está todo mundo engajado em resgatar o país — acrescentou.

A decisão de Tereza Cristina, no entanto, frustra a campanha do ’01’, mas atende aos interesses do partido, de formar uma bancada parlamentar de mais de 100 deputados, como forma de negociar cargos no próximo governo, com qualquer um que tenha vencido as eleições.

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