O Serviço de Penitenciárias de Israel começou a estudar, nesta quarta-feira, a lista dos prisioneiros palestinos cuja liberdade recomendará a um comitê ministerial, presidido por Ariel Sharon, que deve ser expedido na próxima semana.
Trata-se, segundo fontes do governo, de "100 a 200" entre mais ou menos 7.000 presos, e sua libertação é um gesto de boa vontade do primeiro-ministro Sharon para com o presidente egípcio, Hosni Mubarak.
A redução do castigo imposto a estes "presos de segurança" teria sido prometida a Mubarak em troca da libertação de Azam Azam, cidadão israelense e técnico têxtil, libertado na semana passada após passar oito anos em uma prisão egípcia acusado de ser um agente dos Serviços Secretos (Mossad) de Israel.