Atualmente, o MST conta com três deputados, todos filiados ao PT: Valmir Assunção, pela Bahia; João Daniel, por Sergipe; e Marcon, pelo Rio Grande do Sul.
Por Redação, com ACS – de Salvador
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) definiu, para a campanha eleitoral deste ano, uma estratégia que prevê o lançamento de 18 candidaturas a deputado nas próximas eleições, todas com filiação ao PT. Do total, 12 concorrerão a vagas nas assembleias legislativas estaduais e seis disputarão cadeiras na Câmara, distribuídas por 13 Estados do país.

A relação de nomes foi apresentada por dirigentes do MST ao presidente nacional do PT, Edinho Silva, durante o 14º Encontro Nacional do movimento, realizado na capital baiana. No encontro, o comando petista se comprometeu a apoiar as candidaturas e a colaborar com o fortalecimento da atuação dos movimentos populares.
Atualmente, o MST conta com três deputados, todos filiados ao PT: Valmir Assunção, pela Bahia; João Daniel, por Sergipe; e Marcon, pelo Rio Grande do Sul.
Mandato
A nova lista de candidatos faz parte de um esforço para ampliar essa bancada no Congresso, alinhado à estratégia de partidos de esquerda de reforçar a representação na Casa em um eventual quarto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Dentro desse plano, parlamentares que hoje exercem mandato como deputados estaduais devem tentar a migração para a esfera federal. Um dos nomes citados é o de Rosa Amorim, de 29 anos, deputada estadual em Pernambuco. Ligada ao MST, ela também construiu trajetória no movimento estudantil e em organizações de defesa dos direitos da população negra e de pessoas LGBTQIA+. A parlamentar deverá disputar uma vaga de deputada federal em outubro. O MST também trabalha com a possibilidade de lançar nomes filiados a outras siglas do campo da esquerda.