Polícia prende o maior assaltante de bancos no Rio
A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira, o chefe da maior quadrilha de roubo a banco do Rio de Janeiro, André Nunes Barcelos, de 40 anos, conhecido como Russinho. André foi preso na Avenida Santa Cruz, zona oeste da capital, em uma abordagem policial.
Agora, a polícia está fazendo um levantamento para saber se ele tem algum envolvimento com funcionários das agências bancárias
A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira, o chefe da maior quadrilha de roubo a banco do Rio de Janeiro, André Nunes Barcelos, de 40 anos, conhecido como Russinho. André foi preso na Avenida Santa Cruz, zona oeste da capital, em uma abordagem policial. Segundo o delegado titular da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), Márcio Braga, André não ofereceu resistência. Somando os quatro processos em que ele está formalmente identificado, o valor dos roubos chega a quase R$ 1 milhão.
De acordo com a polícia, Russinho foi investigado e identificado em pelo menos cinco assaltos a bancos registrados na DRF, incluindo um contra uma agência na Tijuca, em agosto deste ano, onde ele fez reféns. Ele estava sendo monitorado há quatros meses.
- Ele é o chefe da maior quadrilha hoje atuando no Rio de Janeiro de roubo a banco e após esse nosso trabalho de inteligência e monitoramento, a gente conseguiu prendê-lo. É um grande golpe nessa quadrilha porque nós tiramos de circulação a cabeça pensante no grupo - explicou Braga, acrescentando que André agia com bastante experiência e, às vezes, utilizava uma carteira falsa de policial militar.
Agora, a polícia está fazendo um levantamento para saber se ele tem algum envolvimento com funcionários das agências bancárias.
Crime na Zona Norte
Polícia encontrou nesta quinta-feira cinco corpos dentro de um carro em Benfica, Zona Norte do Rio. De acordo a PM, agentes do Batalhão da Maré (22º BPM) foram até a rua General Gustavo Cordeiro de Farias, próximo à comunidade da Mangueira, para preservar o local.
De acordo com a Polícia Civil, por volta das 8h40 agentes da DH (Divisão de Homicídios) já estavam no local fazendo a perícia. No para-brisas do carro, os suspeitos deixaram uma mensagem que diz: "Não aceitamos covardia. Vida paga com vida. Matou inocente morre". A suspeita é de que os mortos encontrados no carro estariam envolvidos na invasão à Mangueira que terminou com a morte de Caio Ferreira Martins, de 18 anos, que jogava bola em um campo na comunidade quando os criminosos entraram atirando.
Segundo a UPP (Unidade de Polícia Pacificadora), por volta das 20h de terça-feira, agentes da unidade local foram acionados por moradores que disseram que quatro homens saíram armados de uma mata próxima à Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, e atiraram contra um grupo que estava no Campo da Pedreira jogando futebol.
Quando policiais chegaram ao local, Caio foi encontrado morto no chão e um outro jovem havia sido baleado na perna. O ferido foi levado para o Hospital Souza Aguiar, no centro do Rio. De acordo com os moradores, os atiradores fugiram em um carro na direção da Quinta da Boa Vista.
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