Rio de Janeiro, 21 de Janeiro de 2026

Pressionado, Trump determinará sanções mais pesadas contra a Rússia

O Senado dos EUA votou quase por unanimidade na quinta-feira por novas sanções contra a Rússia. A decisão deixou Trump diante de uma posição mais dura contra Moscou.

Sábado, 29 de Julho de 2017 às 11:26, por: CdB

O Senado dos EUA votou quase por unanimidade na quinta-feira por novas sanções contra a Rússia. A decisão deixou Trump diante de uma posição mais dura contra Moscou.

 

Por Redação, com Reuters - de Washington

 

Presidente dos EUA, Donald Trump assinará uma lei que impõe sanções à Rússia. A garantia é da Casa Branca, em comunicado divulgado na noite passada. Trump tomou a decisão após Moscou ordenar um corte de centenas de postos diplomáticos nos EUA e dizer que vai confiscar duas propriedades diplomáticas dos EUA em retaliação.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está em uma posição difícil ante a Rússia

O Senado dos EUA votou quase por unanimidade na quinta-feira por novas sanções contra a Rússia. A decisão deixou Trump diante de uma posição mais dura contra Moscou. Encerram-se, desta maneira, as poucas esperanças de laços amigáveis com o país. Se vetar as medidas, passará a impressão que houve, sim, um conluio entre sua campanha e a Rússia.

Crimeia

Ao assinar o projeto e torná-lo lei, Trump não poderá aliviar as sanções contra a Rússia a não ser que obtenha aprovação do Congresso. A retaliação de Moscou, anunciada pelo Ministério de Relações Exteriores na sexta-feira, teve ecos de Guerra Fria.

Se confirmado o movimento da Rússia, ele afetaria centenas de cargos embaixada dos EUA e seria mais pesado que a expulsão por Obama de 35 russos em dezembro. A legislação é em parte uma resposta a conclusões de serviços de inteligência norte-americanos de que a Rússia interferiu nas eleições presidenciais do país em 2016, além de uma punição adicional à Rússia por ter anexado a Crimeia em 2014.

Na noite passada, a Casa Branca emitiu um comunicado dizendo que Trump assinará a lei; após revisar sua versão final. O comunicado não fez referência às medidas de retaliação da Rússia. A Rússia vinha ameaçando as retaliações há semanas, e sua resposta sugere que o país deixou de lado esperanças iniciais de melhores relações com Washington sob a administração Trump.

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