Quanto à publicação “Editora do OESP responde a Notícia Fato sobre armação contra Flavio Dino”, de 20 de novembro de 2023, repudio as infundadas acusações divulgadas a meu respeito, como se verdade fossem, sem ouvir os repórteres que assinaram a materia e sem informar ao leitor que se tratava de uma denúncia anônima.
Jamais submeti os repórteres da minha equipe a “condições de degradantes e humilhantes”; tampouco assediei e coagi “repórteres recém-contratados a produzirem uma matéria relacionando o ministro da Justic;a, Flavia Dino, com uma mulher classificada como ‘dama do trafico do Amazonas'”.
As reportagens sobre a “Dama do Tráfico” não foram preparadas e publicadas por repórteres recém-contratados. Ao contrário, foram assinadas por dois experientes jornalistas da editoria de política.
Aliás, em 22 de novembro de 2023, os jornalistas de política do Estadão divulgaram carta aberta, reprovando a divulgação de “versões falsas sobre nossas condições de trabalho” e esclarecendo serem “mentirosas as informações… de que nossas reportagens são escritas e publicadas sob coação e assédio de editores”.
A verdade e que a cobertura do caso “Dama do Tráfico” nada teve de armação, pois as visitas de Luciane Barbosa Faria ao Ministério da Justiça, então comandado por Flávio Dino, foram confirmadas pela pasta, que mudou as regras de acesso ao prédio em regime de urgência, além de um secretário do Ministério ter assumido publicamente o erro.
Nao agi por conveniências pessoais ou visando a beneficiar a candidatura de quem quer que seja a uma vaga de Ministro do Supremo Tribunal Federal. Muito menos a do presidente do Tribunal de Contas da União, de quem não sou “amiga pessoal” ou “devedora”.
Como sempre faço, e é tradição do Estadão, levamos à sociedade informações verdadeiras sobre assunto de evidente interesse público, respeitando a ética jornalistica e os direitos trabalhistas.
André Cid de Oliveira
OAB-SP nº 351.052