As confeitarias de adjetivos do governo
03/07/2014, 12:00
Por José Ribamar Bessa Freire - Está cientificamente comprovado: o excesso de adjetivos mata. Quem morreu assim, em 1905, soterrado por uma avalanche de adjetivos, foi o português Joaquim Rocha dos Santos, um lisboeta que migrou para o Brasil aos 11 anos de idade e fez carreira em Manaus como delegado de polícia, juiz de paz, deputado, fundador e proprietário do Jornal do Commércio do Amazonas, onde contraiu a doença que o vitimou.