Rio de Janeiro, 26 de Março de 2026

MP de São Paulo desmonta esquema de manipulação fiscal

Operação do MPSP investiga esquema de corrupção fiscal com servidores da Secretaria da Fazenda. 22 mandados de busca e apreensão foram cumpridos.

Quinta, 26 de Março de 2026 às 13:39, por: CdB

Segundo as apurações, o grupo atua no ressarcimento de ICMS-ST e créditos acumulados de ICMS, com possível pagamento de vantagens ilícitas e lavagem de dinheiro.

Por Redação, com ABr – de São Paulo

O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) deflagrou na manhã desta quinta-feira uma operação decorrente das investigações de um esquema de corrupção que manipula procedimentos fiscais indevidamente envolvendo funcionários da Secretaria da Fazenda do estado. 

MP de São Paulo desmonta esquema de manipulação fiscal | Organização suspeita de fraudar processos fiscais é desarticulada pelo MPSP
Organização suspeita de fraudar processos fiscais é desarticulada pelo MPSP

Segundo as apurações, o grupo atua no ressarcimento de ICMS-ST e créditos acumulados de ICMS, com possível pagamento de vantagens ilícitas e lavagem de dinheiro.

Os 22 mandados de busca e apreensão da Operação Fisco Paralelo contra servidores públicos estaduais são cumpridos nas cidades de São Paulo, Campinas, Vinhedo e São José dos Campos por meio do Grupo Especial de Repressão a Delitos Econômicos (Gedec) e com apoio da Polícia Militar. 

Organização

Além de desarticular a organização, a operação teve o objetivo de coletar documentos, mídias e outras informações que possam contribuir para o avanço das investigações e a solução do caso.

De acordo com o MPSP, as diligências estão sendo realizadas em endereços vinculados a servidores lotados em diferentes órgãos da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, incluindo a Delegacia Regional Tributária da Capital II (Lapa), a Delegacia Regional Tributária da Capital III (Butantã), a Delegacia Regional Tributária 12 (DRT-12 – ABCD), a Delegacia Regional Tributária 14 (DRT-14 – Osasco) e a Diretoria de Fiscalização (Difis).

Os investigados poderão responder por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

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